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Mais de 300 membros do PRA-JA e da CASA-CE alinham-se ao PRS

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Depois de cerca de 300 membros da CASA-CE e do PRA-JA aderirem ao Partido de Renovação Social (PRS), no último sábado, 17, o líder desta formação política, Benedito Daniel, garantiu que o seu partido está a “afinar máquina” e consolidar as bases eleitorais para obtenção de bons resultados nas eleições agendadas para 2022.

Soube o Correio da Kianda, que entre os dissidentes, está o sobrinho de Abel Chivukuvuku, Kwenda Pedro Epalanga, que, inclusive, exercia o cargo de director de gabinete do líder do PRAJA – Servir Angola.

Benedito Daniel, em declaração ao Correio da Kianda, à margem da cerimónia de recepção dos novos militantes do PRS, disse que “ninguém pode escolher o lugar daquele que está vivo, se ontem a nossa militância foi na CASA-CE e do projecto político PRA-JA-Servir Angola, a partir de hoje, a nossa militância é no PRS”, frisou.

O também deputado assegurou que os cercas de 300 novos membros serão enquadrados dentro da estrutura do partido, de forma paulatina, e distribuídos em todas as províncias. Benedito Daniel revelou que este acto, é resultado de um trabalho que o seu partido vem efectuando nos últimos tempos, relembrando que já haviam recebido membros de outras formações políticas, como da extinta comissão instaladora do AGORA e do MUDA-Frente Patriota, e que vão continuar a trabalhar.

“Todos nós doravante somos PRS, somos companheiros da mesma trincheira. No nosso partido, nós não temos o problema de ser antigo e de ser novo, o nosso problema principal é a contribuição na medida dos esforços e na medida do desejo cada militante. Cada militante vai contribuir segundo o seu esforço, segundo o seu querer e segundo a sua sabedoria”.

Kwenda Pedro Epalanga, sobrinho do antigo presidente da CASA-CE e coordenador Geral do PRA-JA, Abel Epalanga Chivukuvuku, disse que apesar da pressão que tem vindo a sofrer por parte de seu tio e demais dirigentes do PRA-JA, ele e os seus mais de 300 seguidores não irão recuar da decisão que tomaram e que o PRS é o partido que escolheram para darem continuidade a sua carreia política.

Quanto ao abandono ao seu tio, Kwenda Epalanga realçou que já não se revê nas decisões que Abel Chivukuvuku tem tomado nos últimos tempos. “Depois de termos saído da CASA-CE e termos fracassado com o PRAJA, há a necessidade de tomarmos outro rumo. E por não nos revermos quer nas negociações com Bloco Democrático e nem com a propalada Frente Ampla da Oposição, preferimos abandonar e aliarmos a um partido como PRS que tem uma identidade própria”, finalizou.

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