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Macron defende perante Putin “a legitimidade” dos bombardeamentos na Síria

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O presidente francês, Emmanuel Macron, ligou hoje ao seu homólogo russo, Vladimir Putin, perante quem defendeu “a legitimidade” dos bombardeamentos coordenados entre Washington, Paris e Londres contra as capacidades químicas do regime sírio de Bashar al Assad, aliado de Moscovo.

Macron “destacou a legitimidade da operação feita no passado 14 de abril junto aos Estados Unidos e Reino Unido contra as capacidades químicas do regime sírio para que se respeite o direito internacional”, declarou a presidência francesa em comunicado.

O chefe de Estado francês justificou a intervenção ocidental na Síria porque “havia que fazer todos os esforços possíveis para acabar com o programa químico sírio e com os atropelos do regime contra a sua população”.

O presidente francês refere-se assim ao ataque supostamente realizado pelo regime de Al Assad no passado 7 de abril contra opositores da cidade de Douma.

Macron expressou a vontade de França de envolver a Rússia no trabalho diplomático que deve “iniciar um processo político credível” na Síria, e que deve servir para que “se intensifique a ação humanitária”.

Também fez notar que o Conselho de Segurança da ONU tem que ser a instância a levar a paz à Síria.

Por outro lado, o líder francês lembrou que vai viajar nos próximos dias 24 e 25 de maio a Moscovo, acrescentando que tanto ele como Putin confirmaram “a sua vontade de contar com uma agenda repleta no plano bilateral e internacional”.

 

EFE

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