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Luso angolano morto por motorista com quem trabalhava há dez anos

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Os Serviços de Investigação Criminal (SIC) da província de Luanda, apresentaram esta terça-feira, três cidadãos, sendo dois irmão e um vizinho, envolvidos na morte de um citadino luso-angolano, por asfixia, no mês de Abril, bem como de indivíduos que roubavam viaturas em Luanda, para as venderem na província de Benguela e no Luvu, fronteira entre Angola e a Republica Democrática do Congo.

Em declarações à imprensa durante o acto de apresentação, o chefe do Departamento do SIC, da capital do país, Joaquim Mungongo, esclareceu que os dois acusados são pai e filho, que recebiam valores monetários equivalentes a dez mil Kwanza, cópia de Bilhete de Identidade e as coordenadas bancárias dos requerentes ao emprego.

Explicou que pelas investigações feitas, decerto que a acção dos detidos tem apoio de outros comparsas, devendo o trabalho investigativo continuar para se chegar até aos demais.

Disse que essa actividade já é exercida há três anos, estando controlados pela SIC perto de 700 cidadãos, indicando outras pessoas neste processo.

Quanto aos valores arrecadados pelos burladores na prática deste crime ronda os cerca de três milhões de Kwanza.

Esclareceu que as Forças Armadas Angolanas não fazem recrutamento em residências de pessoas particulares, repudiando os cidadãos que aderem a este falso cadastramento, na esperança de, uma vez enquadrados serem transferidos a posterior para a Polícia Nacional.

Explicou que o falso processo de candidaturas de cidadãos para as FAA começava pela apresentação dos interessados na residências dos supostos burladores, sendo requisitos o B.I, bom porte físico, preencher uma ficha com a insígnia da República e do Estado-Maior General das Forças Armadas.

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