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Sociedade

Lunda Norte: director de cadeia desmente acusações de promover festas e prostituição

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O director do estabelecimento prisional de Cacanda, na cidade do Fundo, Lunda Norte, subcomissário José Carlos Lucala, apontou o dedo aos funcionários e agentes da cadeia, pelas calúnias e difamações contra si, devido a não promoção dos mesmos, para manchar a sua imagem.

José Carlos Lucala, em declaração aos meios de comunicação local, disse que tais informações são falsas e caluniosas. As acusações pesadas sobre si e postas a circular nas redes sociais, dão conta que o subcomissário, terá permitido a realização de festas e actos de prostituição no estabelecimento prisional.

O subcomissário alega que tais acusações são falsas e que por trás estão alguns funcionários e agentes afectos ao serviço prisional, destacados naquele centro, insatisfeitos com a sua não promoção e que aproveitaram-se da habitual confraternização de Natal da instituição para “manchar o seu bom nome e a sua imagem”.

“Isso não corresponde com a verdade”, disse e esclarece que o que aconteceu, no dia 25 de Dezembro, “é que nós promovemos o Natal dos reclusos, como acontece em todas as cadeias do país nesta época, e o estabelecimento prisional de Cacanda não ficou de fora. Foi simplesmente isso”, reforçou.

Segundo o subcomissário José Carlos, as motivações das calúnias e difamações deve-se porque, no mês de Dezembro, terá havido promoções, a nível do país, no Ministério do Interior, de 50% dos agentes da 2° classe com mais de dez anos e outros 50% teriam de aguardar para os próximos dias.

O estabelecimento prisional de Cacanda também abrangiu alguns funcionários e outros não, razão pela qual, “levaram alguns agentes descontentes a fazerem estas calúnias e difamações publicadas nas redes sociais”, disse.

Por sua vez, o Ministério do Interior anunciou que está a investigar as denúncias.

Lunda Norte: director de cadeia acusado de promover festas e prostituição