Sociedade
Lubango: eritreu condenado a dois anos de prisão por adulteração de alimentos
Na província do Lubango, na Huíla, um empresário eritreu, de 22 anos, soube nesta segunda-feira, 23, após julgamento sumário, que poderá cumprir uma pena de dois anos de prisão efectiva por crimes de adulteração de bens alimentares e falsificação de peso e medidas.
Com a supervisão técnica especializada, o tribunal ordenou a destruição imediata dos produtos alimentares como também foram apreendidos vários bens e uma viatura, que o juiz determinou perdidos a favor do Estado.
Estes crimes eram feitos num armazém, numa oficina na comuna da Arimba, arredores da província, onde o tribunal ordenou o encerramento do espaço para efeitos de inspecção e restauração dos competentes trâmites administrativos, assim como judiciais subsequentes.
A acção tinha sido frustrada pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) resultado de uma queixa anónima que dava conta da existência de um armazém clandestino que se dedicava em actividades suspeitas com realce ao arroz, disse o porta-voz da corporação, Segunda Quitumba.
“Foram aprendidos 120 sacos de arroz de 25 quilos, de marcas Uncle Sam e ST dos quais dez já abertos contendo produtos deteriorados”, avançou.