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Luanda só poderá ter água sem cortes em 2021

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O fornecimento domiciliar de água potável 24/24 horas para Luanda acontece no princípio do ano de 2021, afirmou hoje (quarta-feira), o presidente do Conselho de Administração da Empresa Pública de Águas de Luanda (EPAL), Lionídio Ceitas.

Nessa altura, segundo o gestor da EPAL, estarão concluídos os grandes projectos em curso, como sejam a construção e reabilitação de centros de tratamento e de distribuição.

“Aí sim teremos água 24/24 horas”, assegurou o gestor à imprensa no final de uma reunião que juntou administradores municipais e distritais.

Os problemas de abastecimento serão estancados no primeiro trimestre de 2021, disse Lionídio Ceitas à saída de um encontro com o governador de Luanda, Adriano Mendes de Carvalho, e que analisou o fornecimento de água potável à capital do país.

Segundo o presidente do Conselho de Administração da EPAL, Luanda precisa de um milhão de metros cúbicos de água, tendo actualmente uma capacidade instalada de 733 mil. Estão disponíveis 500 mil cúbicos.

Referiu que a empresa está a ressentir a falta de financiamento, agravada pelo pagamento irregular do consumo, um sistema de cobrança ineficiente, além de enfrentar dificuldades em obter recursos financeiros externos para comprar matéria-prima.

Uma das decisões mais importantes do encontro, segundo o responsável, foi a recomendação para que a EPAL trabalhe com as administrações municipais nas cobranças e no combate ao garimpo de água.

Considerou imperioso que as administrações municipais sejam proactivas no combate ao garimpo.

Para o responsável, a qualidade de água produzida pela EPAL é inquestionável, porque “segue os padrões estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde”.

O encontro foi proveitoso. Serviu para conhecer as principais dificuldades e preocupações da EPAL, referiu o vice-governador de Luanda para o sector Económico, Júlio Bessa.

Durante a reunião, os administradores municipais e distritais indicaram de forma pontual e detalhada as dificuldades que enfrentam nas respectivas áreas de jurisdição.

A perspectiva é apresentar ao Governo central os constrangimentos que a EPAL está a experimentar e, com o Ministérios da Energia e a EPAL, expor às autoridades a necessidade de se aumentar os investimentos no sector das águas em Luanda.

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