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Lisboa quer ser a nova capital verde da Europa

Lisboa, Ghent (Bélgica) e Lahti (Finlândia) são as três candidatas a “Capital Verde Europeia” em 2020

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Quatrocentos hectares de espaços verdes até 2021 (mais 200 até esse ano que se juntarão aos 200 existentes desde 2008), uma melhor mobilidade na cidade, mais zonas com árvores, edifícios novos com incentivos para serem mais eficientes a nível energético, uma Praça de Espanha com um novo parque verde com uma bacia de retenção de água para controlo de cheias, um vale de Alcântara renovado com melhores acessibilidades e rega utilizando água reciclada na Estação de Tratamento de Águas Residuais de Alcântara.

Estes projectos devem estar concluídos até 2020 e são os trunfos apresentados por Lisboa, uma cidade “para ser feliz”, a ideia chave apresentada pela candidatura de Lisboa, que se ganhar aumenta, ainda mais, a sua popularidade.

Lisboa é habitada desde há três mil anos e Fernando Medina pretende que seja habitada por mais três mil anos.

A candidatura portuguesa conta com o apoio de Fernando Medina (presidente da Câmara Municipal de Lisboa), António Costa (primeiro-ministro) e João Pedro Matos Fernandes (ministro do ambiente).

Lisboa, Ghent (Bélgica) e Lahti (Finlândia) já haviam participado na edição anterior, que foi vencida por Oslo.

O galardão “Capital Verde Europeia”, que existe desde 2008, já foi vencido por: Estocolmo (Suécia), Hamburgo (Alemanha), Vitoria-Gasteiz (Espanha), Nantes (França), Copenhaga (Dinamarca), Bristol (Reino Unido), Liubliana (Eslovénia), Essen (Alemanha), Nijmegen (Holanda) e Oslo (Noruega). O vencedor da edição de 2018 vai ser conhecido nesta noite de quinta-feira.

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