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Politica

Líder do Njango promete ser segunda maior força política em Angola

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O presidente da nova formação política do Partido Nacionalista para Justiça em Angola – Njango, Eduardo Chingunji “Dinho”, afirmou, nesta sexta-feira, 27, em Luanda, que o seu projecto político, caso venha ser legalizado, irá alcançar o segundo lugar nas próximas eleições de 2022.

O neto de um dos co-fundadores da UNITA e patrono da JURA, braço juvenil do “galo negro”, Jonatão Chingunji, assegurou que tem a missão de mudar o rumo do país.

“Pelo menos seremos a segunda força política, apesar que queremos ser governo. Nós não iremos roubar votos de ninguém, vamos convencer os mais de dois milhões dos eleitores indecisos”, indicou.

“O Njango surge como força política alternativa, pois, segundo o ex-ministro, em Angola existe um vazio enorme do eleitorado, uns porque fartaram-se desde a época dos movimentos até a reformulação em partidos em 1992, até hoje. As pessoas estão fartas”, disse.

Em declaração ao Correio da Kianda, o político e engenheiro, Dinho Chingunji, disse que o Njango é um partido político de matriz ideológica de centro-direita. O projecto, que começou a ser desenhado, desde 2011, veio a se materializar em 2018, segundo o político depois de vários estudos feitos ao longo dos anos, evitando assim a midiatização política.

O Partido Nacionalista para Justiça em Angola – Njango requereu ao Tribunal Constitucional o credenciamento no dia 11 Setembro e lhes foi concedo autorização de recolha de assinaturas no dia 18 de Novembro do corrente ano. Dinho diz que “temos de recomeçar e que tenhamos mais partidos liberais e que começam a emergir partidos com ideologias”.

O também ex-ministro de hotelaria e turismo no governo de reconciliação nacional GURN, avançou que só em quase dez dias que se deu início ao processo de recolha de assinaturas, já recolheram mais de dois mil processos, indicadores que lhe dá confiança e esperança que em tempo recorde poderão concluir com o processo de recolha de assinaturas em todo país.

Dinho dissse que o seu partido está a ter maior cuidado no processo de recolha de assinaturas para que tudo estejam em conformidade para se evitar um possível chumbo por qualquer erro. Garantido assim, que pelo andamento do processo não tem dúvidas que o seu partido será legalizado e que poderá competir nas eleições gerais de 2022.