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Líder da Frente Ampla da Oposição será conhecido no próximo mês, diz ACJ

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De acordo com o presidente do maior partido da oposição, UNITA, Adalberto Costa Júnior, em entrevista à televisão portuguesa RTP África, disse que os angolanos conhecerão, a partir do mês de Agosto do corrente ano, de entre Abel Chivukuvuku, coordenador geral do PRA-JA, Justino Pinto de Andrade, antigo presidente do Bloco Democrático e Adalberto Costa Júnior, quem poderá, numa primeira fase, encabeçar a famosa “Tripartida” conhecida por Frente Ampla da Oposição.

Adalberto Costa Júnior disse que os mentores deste projecto têm já trabalhado faz tempo. A título de exemplo, são as intervenções que têm feito desde que se apresentou oficialmente esta plataforma e com as suas lideranças se assumirem. O líder da UNITA garante que não passarão mais de um mês ou dois será feito anúncio publico de quem poderá lidera a “Frente Ampla da Oposição”.

O presidente do maior partido na oposição sublinhou que o anúncio do possível líder da frente, pode não ser o mesmo que poderá levá-los até as eleições, isto em função das concertações que tem sido levadas a cabo com as suas lideranças até o período eleitoral.

Numa entrevista que durou pouco menos de 30 minutos, Adalberto Costa Júnior, não perdeu a oportunidade de criticar a governação do seu maior adversário político, João Lourenço, tendo realçando que só tem criticado as políticas e nada pessoal.

Costa diz que desde que o Chefe de Estado angolano tomou posse, esperava-se mais do Presidente, mas hoje o balanço está ínfimo, comparando desde que ex-presidente José Eduardo dos Santos, deixou a presidência, em 2017.

Para o também parlamentar, é injustificável os índices de pobreza e desemprego que se verifica no país, e que não se deve culpabilizar sempre a Covid-19. A Covid não serve para se esconder todas as incompetências e também não serve para proteger a alta corrupção por parte dos membros do governo lá centrado.

O político mostrou também a sua insatisfação quanto actuação dos órgãos de comunicação social publico, que no entender do líder do Galo Negro, estão sob controlo do executivo.

“A comunicação social pública hoje não tem contraditório, não deem oportunidade para pessoas que pensam diferente de quem governa e isto é impensável pra quem vendeu tantas promessas”, criticou.

O presidente da UNITA avançou também que já não se justifica a cerca sanitária em Luanda, afirmando mesmo que não passa de uma opção politica de quem governa.

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