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Julgamento dos generais Dino e Kopelipa não deve ser apenas um calendário político, diz analista

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O politólogo João Mateus disse que “o chumbo da prescrição e amnistia advogada pela defesa dos generais Manuel Hélder Vieira Dias Júnior “Kopelipa” e Leopoldino Fragoso do Nascimento “Dino”, foi uma medida muito importante, pelo facto de na sua opinião trata-se de crimes de uma forma tão elevada”.

O especialista disse no habitual espaço de análise desta estação emissora Revista de Imprensa “esperar que o julgamento não seja apenas um calendário político”.

O Tribunal Supremo agendou para esta segunda-feira, 02, a oitava sessão de julgamento do processo n.º 38/2022, no qual são arguidos os generais Manuel Hélder Vieira Dias Júnior “Kopelipa”, Leopoldino Fragoso do Nascimento “Dino”, Fernando Gomes dos Santos, Yiu Haiming e as empresas China International Found (CIF), Plansmart International Limited e Utter Right International Limited.

Para a sessão, prevê-se a leitura da contestação do defensor oficioso da arguida China International Found (CIF), e o início da fase de produção de provas.

O processo,  conta com 38 declarantes que deverão ser ouvidos ao longo das próximas sessões.

Os arguidos respondem pelos crimes de peculato, burla por defraudação, falsificação de documentos, associação criminosa, abuso de poder, branqueamento de capitais e tráfico de influência.

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