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Jovens moçambicanos são considerados segmento da população que mais integra movimentos terroristas

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Os jovens, que constituem a maioria da população moçambicana, são o segmento populacional mais afectado pelo extremismo violento na província de Cabo Delgado, no extremo Norte do país. A conclusão é do Instituto para a Democracia Multipartidária que aponta a falta de políticas inclusiva por parte do Governo como um dos principais problemas.

 A ausência de políticas de inclusão de jovens torna-os vulneráveis ao aliciamento por parte de grupos terroristas. Esta é uma situação que preocupa a organização Instituto para a Democracia Multipartidária, revelou o director de programas desta estrutura, Dercio Alfazema.

“Particularmente na zona Norte, onde temos a situação do extremismo violento, nós verificamos que os jovens são os mais afectados, portanto a questão do extremismo violento afecta o seu acesso à educação, a oportunidade de emprego, a oportunidade de realização dos seus pequenos negócios para a geração de renda”, explicou o dirigente do Instituto para a Democracia Multipartidária.

A organização da sociedade civil entende ser, por isso, necessário integrar os jovens nos espaços políticos formais.

“Uma ausência dos jovens nestes espaços políticos formais poderá dificultar uma advocacia presente de quem sente efectivamente aquilo que se passa com os jovens, portanto para influenciar a tomada de decisões nestes espaços políticos formais”, explicou Dercio Alfazema, citado neste sábado ela RFI.

Estas preocupações e anseios foram algumas das concluões de uma mesa redonda na cidade de Nampula sobre o papel dos jovens na prevenção do extremismo violento e na promoção da paz, onde esteve presente o Instituto para a Democracia Multipartidária.

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