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Economia

José de Lima Massano com dias contados no BNA

António Sacuvaia

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As palavras de José de Lima Massano à Televisão Pública de Angola (TPA) em que, dentre outras questões abordadas terá sublinhado que “a existência do mercado informal de divisas em Angola é por culpa das pessoas que têm pouca informacão” e que os cidadãos compram divisas no mercado informal “porque não gostam do ambiente formal de fato e gravata dos bancos”, segundo afirmou, parece não ter caído bem ao titular do poder Executivo que, segundo fontes do Correio da Kianda, juntos do palácio, João Lourenço, já pondera exonerar o actual Governador do Banco Nacional de Angola.

A fonte assegura que a entrevista de Massano à TPA, no espaço  de informação “Grande Entrevista”,  do dia 28 de Julho,  conduzida pela jornalista Sílvia Samara,  poderá ser a última de Massano nas vestes de Governador do Banco Nacional de Angola, e que o mesmo poderá regressar ao Banco Angolano de Investimentos (BAI).

Apesar de lhe ser reconhecida competência e capacidade no círculo do partido maioritário, após a entrevista na televisão pública, várias foram as reacções, com destaque para  as redes sociais onde jornalistas criticaram fortemente as afirmações de José de Lima Massano, actual governador do BNA.

“A resposta à provocação do governador do BNA, segundo a qual os cidadãos optam pelo mercado informal por falta de informação, preguiça em levar documentos, comodidade em fazer na rua, uso de gravata ou por não gostar da estrutura do banco”, deveria incluir, também, uma sonora galheta, escreveu o jornalista Graça Campos.

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