Connect with us

Sociedade

Jornalistas sem carteira proibidos de exercer actividade

Published

on

Todos os jornalistas profissionais que a partir desta terça-feira, 1 de fevereiro de 2022, não tenham a Carteira Profissional, estão proibidos de exercer a actividade, depois de mais de seis meses de moratória, dados pela Comissão de Carteira e Ética (CCE), entidade de auto-regulatória, com competências estatutárias para atribuir o documento de reconhecimento internacional, há cerca de um ano.

A Informação foi avançada pela Presidente da Comissão de Carteira e Ética, Maria Luísa Rogério, que falava nesta terça-feira, em Luanda, a propósito, depois de cumpridos os períodos de moratórias que haviam sidos dados em Dezembro de 2020, e que terminaram em Fevereiro do ano passado.

A jornalista senior disse que a partir desta data, todas as entidades públicas e privadas estão no direito de exigir aos profissionais, a exibição da carteira, como condição para acesso às informações que estes lhes venham a solicitar, na condição de fontes informação.

Apelou ainda aos demais jornalistas com carteira, no sentido de denunciar os colegas que não tendo a carteira, estejam a exercer a actividade. Um apelo que também estendeu aos demais órgãos no país, com realce para a Polícia Nacional, por exercício ilegal da profissão.

Maria Luísa Rogério avançou igualmente que nesta quarta-feira, 2 de Fevereiro, a Comissão de Carteira e Ética vai reunir-se extraordinariamente para tratar dos chamados casos pendentes, com realce para os jornalistas que estão a exercer a actividade profissional, mas que até a presente data não remeteram à CCE a sua candidatura para obtenção da carteira.

Desde a sua entrada em funcionamento, a Comissão de Carteira e Ética já atribuiu mais de 2.700 carteiras a igual número de profissionais em todo o território nacional.

Para tratar a carteira, o profissional precisa ter, pelo menos cinco anos de actividades comprovados, acompanhado de uma declaração do órgão para o qual trabalha, duas fotografias tipo passe, cópia do Bilhete de identidade e 25 mil kwanzas.

Colunistas