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Politica

João Lourenço responde hoje a perguntas de 150 jornalistas

150 jornalistas estão inscritos para a entrevista colectiva do Presidente da República, João Lourenço, que tem lugar hoje as 11 horas, no Palácio Presidencial, no quadro de um programa de aproximação aos jornalistas que se prevê anual.

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Nessa conferência de imprensa, primeira de uma série de encontros que se prevê realizar até ao final do mandato em 2022, João Lourenço deve falar, entre outros assuntos, sobre os seus 100 dias de governo, marcados por profundas reformas económicas.

Diante dos jornalistas, o Presidente da República deve igualmente aflorar as perspectivas, os planos, aspirações e as ideias gerais do programa de governo.

Ao longo dos 100 dias de governação, o vencedor das Eleições Gerais de 2017, com o MPLA, por maioria absoluta, fez aprovar vários diplomas, com destaque para o Plano Intercalar do Governo, para um período de seis meses (Outubro de 2017 a Março de 2018).

Com esse plano, assente em medidas de natureza fiscal, cambial e monetária, pretende buscar a estabilidade macroeconómica para alinhar a economia nacional a um ambiente referenciado como normal, de modo a mitigar os efeitos adversos da redução de receitas.

Propôs um Orçamento Geral de Estado para o exercício fiscal de 2018 superior ao de 2017, com um défice de 2,9 porcento do PIB, e medidas profundas para correcção de distorções, no sector da banca, dos petróleos, da saúde, educação, entre outros.

Em 100 dias de governação, prometeu melhorar o ambiente de negócios em Angola, eliminar/reduzir as imperfeições do mercado, como os monopólios e oligopólios antes constituídos, comprometendo-se a fazer aprovar uma Lei sobre a Concorrência.

Apesar de o sector económico ter sido um dos mais “agitados”, nos primeiros meses de gestão de João Loureço, o Presidente da República deve abordar, com os jornalistas,  matérias ligadas a outros sectores da esfera nacional e internacional.

João Lourenço fala em conferência de imprensa pela primeira vez na condição de Presidente da República, depois de já o ter feito em vésperas das Eleições Gerais de 2017, na condição de candidato a Presidente da República, pela lista do MPLA.