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João Lourenço já se encontra em Nova Iorque

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O chefe de Estado angolano, João Lourenço, chegou na tarde desta quarta-feira, 22, a Nova Iorque, para participar no debate da 76ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, a decorrer de 21 a 27 de Setembro de 2021.

Acompanhado da Primeira-dama, Ana Dias Lourenço, o Presidente da República aterrou em Nova Iorque proveniente de Washington, capital política americana, onde cumpriu um outro programa de trabalho que resultou na criação de parcerias entre Angola e alguns entes americanos.

Uma dessas parcerias permitirá electrificar todos os municípios do país e suas principais comunas, num projecto avaliado em 1,5 mil milhões de dólares a ser executado pela empresa americana San África.

Em Nova Iorque, a agenda do Estadista angolano começa quinta-feira, 23, com a sua intervenção no debate geral da 76ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, aberto na véspera com as comunicações dos seus homólogos do Brasil e do país anfitrião.

Presenças anteriores na ONU

Esta é a segunda presença de João Lourenço no debate geral da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, mas a sua terceira deslocação a este evento mundial desde a sua chegada ao poder, em Setembro de 2017.

A primeira intervenção, em 26 de Setembro de 2021, coincidiu com o primeiro aniversário da sua investidura como Presidente de Angola, mas voltou a estar em Nova Iorque, em Junho deste ano, já na qualidade de presidente em exercício da Conferência sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL), numa reunião do Conselho de Segurança sobre a República Centro-Africana (RCA).

Na altura, João Lourenço considerou que a organização está  ainda “longe de cumprir o que está na sua carta”, e exemplificou com os “velhos conflitos ainda por resolver”, como o caso Israelo-Palestiniano, entre outros.

Essas e outras situações levam muitas vozes a exigir reformas profundas na ONU, de acordo com João Lourenço, que disse acreditar que uma reformulação do Conselho de Segurança permitirá melhor cumprir as grandes responsabilidades que este tem na gestão e resolução de conflitos e prevenção das guerras.

João Lourenço considera necessário alargar o número de assentos permanentes do Conselho de Segurança, para contemplar África e América do Sul, pelo facto de a actual composição dominada pelas potências vencedoras da Segunda Guerra Mundial “já não reflectir a necessidade de um mais justo equilíbrio geoestratégico mundial”.

Angola foi admitida como membro das Nações Unidas, em 1976, pouco depois da Independência nacional, em 11 de Novembro de 1975.

O país esteve por duas vezes no Conselho de Segurança da ONU, como membro não permanente (2003-2004 e 2015-2016), e assumiu a presidência rotativa deste órgão, em Novembro de 2003 e Março de 2016.

Por Angop 

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