Politica
João Loureço “destaca aprofundamento do processo de reconciliação como legado do seu mandato”
O Chefe de Estado, João Lourenço, disse durante uma entrevista concedida à CNN Internacional, no Palácio Presidencial, em Luanda, publicada este sábado, 08, que deixará quando abandonar o poder em 2027, em princípio, o legado de ter dado continuidade e aprofundado o processo de reconciliação nacional iniciado pelo meu antecessor, Presidente José Eduardo dos Santos.
“Penso que isso será uma marca” sublinhou, o Presidente da República, destacando ainda por outro lado, como legado, a atenção particular que vem prestando ao sector social, particularmente ao sector da Saúde, onde está se a fazer uma verdadeira revolução.
“Portanto, esta marca também há-de ficar. A atenção que30 prestamos à resolução do problema sazonal da seca no Sul de Angola, que anos atrás matava pessoas e gado, e hoje não acontece. Estamos a fazer investimentos estruturais que são para ficar, infra-estruturas que são para ficar, como grandes barragens e canais para levar água para as populações. Portanto, isso sempre vai ficar, porque o rio Cunene sempre esteve lá” sinalizou, acrescentando que nunca ninguém tirou de lá o rio Cunene e que conseguiu tirar o melhor proveito do rio Cunene, que passa pela província do Cunene” destacou.
Importa referir que ao longo do seu mandato, o Presidente João Lourenço, pediu desculpas públicas sobre as vítimas dos conflitos políticos, bem como instituiu a (CIVICOP). Entregou ossadas e criou as condições para realização de funeral de antigos dirigentes sobretudo da UNITA, com destaque para Jonas Malheiro Savimbi, processo que culminou igualmente, isso ainda recentemente com a condecoração dos signatários do Acordo de Alvor, no âmbito das celebrações do 50º Aniversário da Independência Nacional, a assinalar-se na próxima terça-feira, 11 de Novembro, que visou homenagear aqueles que se bateram pela causa nacional.
