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Sociedade

IURD Angola nega ter recebido Kz setecentos milhões de fiel

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A Igreja Universal do Reino de Deus emitiu um comunicado em que nega ter recebido setecentos milhões de kwanzas de um de seus fiéis, após promessas de milagres que, segundo alega o mesmo, nunca aconteceram.

De acordo com o comunicado, a IURD Angola diz que durante a madrugada do dia 30 de Novembro de 2020, “um grupo de pessoas, desconhecidas”, decidiu deslocar-se ao Condomínio das Laranjeiras, em Talatona, Luanda, para uma vez no referido local, “colocarem-se em frente ao portão principal e transportando vários bens e objectos com vista a impedir o acesso de todos os que residem no referido condomínio”.

“Após solicitar informações ao responsável do referido grupo de cidadãos, se constatou que tratava-se do senhor de nome de Adrião Gama, o qual durante o mês de Setembro de 2020, entrou em contacto com o Conselho Directivo da Igreja Universal do Reino de Deus a fim de solicitar auxílio e a devolução de uma viatura que tinha doado enquanto membro da instituição durante o ano de 2017, tendo, para o efeito, alegado que se encontrava sob a iminência de ser detido pela Procuradoria-Geral da República no âmbito dos referidos processos de dívidas, razão pela qual solicitava a devolução para saldar tais dívidas e impedir a detenção”, avança o comunicado.

A Igreja Universal do Reino de Deus alega ter feito a restituição da referida viatura através de declaração escrita e subscrita pelo próprio, que atesta que a restituição que foi efectuada com vista a auxiliá-lo no alegado processo.

“Acontece, porém, que o mesmo decidiu agora, levar a cabo uma campanha de calúnia, extorsão e difamação contra a igreja, alegando que fez doações que totalizam Kz 700.000.000 (setecentos milhões de kwanzas)”, diz a nota e acrescenta que “a mera afirmação desse valor permite facilmente concluir pela inverdade dos factos”.

De acordo com o responsável pela família, os mesmos foram coagidos por pastores brasileiros a fazerem campanhas de sacrifícios que teriam chegado ao valor citado anteriormente.

“Na primeira fogueira santa demos 200 milhões de kwanzas, na segunda 300 milhões de kwanzas e o resto do valor fomos dando nos propósitos que os pastores e bispos nos coagiram a sacrificar”, revelou, alegando que actualmente família não teria se quer onde morar.