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Irão coloca Google e Microsoft na mira de ataque e aumenta conflito com EUA

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A Guarda Revolucionária do Irão emitiu um alerta esta terça-feira, 31, anunciando que a partir de quarta-feira, 1 de Abril, irá atacar empresas norte-americanas no Médio Oriente. Entre os alvos destacados estão as gigantes de tecnologia Google e Microsoft, consideradas pelo Irão como “elementos-chave” em potenciais ataques.

Num comunicado oficial citado pela imprensa internacional, a Guarda Revolucionária afirmou que “as principais instituições envolvidas nessas actividades serão consideradas alvos legítimos”, numa clara demonstração de tensão crescente entre Teerão e Washington.

Além da Google e Microsoft, a lista inclui outras 16 empresas norte-americanas de tecnologia, indústria e finanças, como Apple, Meta, Intel, Cisco, Tesla e Boeing.

Especialistas alertam que a ameaça do Irão aumenta a preocupação internacional sobre segurança cibernética e física de empresas americanas no Médio Oriente, colocando em risco operações estratégicas e investimentos.

A escalada também gera tensões diplomáticas, uma vez que os Estados Unidos acompanham de perto os movimentos da Guarda Revolucionária e avaliam medidas de proteção para as empresas e cidadãos norte-americanos na região.

O comunicado evidencia o papel estratégico da tecnologia e da inteligência artificial na geopolítica actual, e mostra como empresas como Google e Microsoft se tornaram alvos centrais em disputas internacionais, aumentando o risco de confrontos indirectos entre Teerão e Washington.

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