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Sociedade

Invasores de terreno no Zango criam constrangimentos na construção de mais projectos da Kikovo

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A invasão de terras no distrito do Zango, Município de Viana, transformou-se numa actividade bastante lucrativa de crime organizado, com o envolvimento de muitos agentes do Estado.

Denúncias enviadas ao Correio da Kianda dão conta que, nos últimos dias, um grupo que fez-se passar de testas de ferro de supostos generais, alegando serem proprietários de espaços naquela localidade, inviabilizou a construção de um projecto ligado a fazenda Pérola do Kikuxi, que tinha como propósito a construção de naves para criação de mais de 3 mil postos de trabalho.

Para a concretização dos seus objectivos, os invasores fazem-se passar por vítimas e, em algumas vezes, o modo operacional do crime organizado, tem sido por orientação de alguns supostos generais, que têm incentivado os invasores a prosseguir com as suas acções, em troca de dinheiro.

O espaço em questão pertencente a Pérola do Kikuxi, encontra-se devidamente legalizado, segundo apurou o Correio da Kianda, mas ainda assim, por pertencer a figura do Presidente da Assembleia Nacional, os invasores, para manchar o nome da figura política em referência, fazem passar-se por vítimas, e recorrem a órgãos de informação sensacionalistas, para manchar o nome do político.

A falta de firmeza e determinação no combate destas práticas, por parte de membros da Polícia em Viana, tem sido apontada como estando por trás do crime organizado de invasão de terras no Zango, segundo uma fonte da Administração Municipal de Viana.

O empreendimento, que é de uma iniciativa privada, é das que mais tem contribuído significativamente para redução da importação do ovo e do frango, com a produção de mais de 800 mil ovos por dia, bem como cerca de 100 toneladas de frango por mês.

Com os seus produtos a serem distribuídos em vários pontos do país, a fazenda da Kikovo tem criado de forma directa e indirecta, centenas de vários postos de trabalho, e com as novas naves em perspectiva, mais de 3 mil cidadãos poderão ser empregados.