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Inércia da polícia nos tumultos do Benfica faz cair Paulo de Almeida

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Actos de vandalismo e queima das estruturas da sede Distrital do MPLA, na última segunda-feira, 10, nos tumultos ocorridos na zona do Benfica, são apontadas por fontes bem posicionadas do Correio da Kianda junto do poder, como causa da exoneracão de Paulo de Almeida, no cargo de Comandante Geral da Policia Nacional.

De acordo com a fonte deste Jornal, o Presidente João Lourenço exonerou Paulo de Almeida, na sequência dos factos ocorridos na última segunda-feira em Luanda, o que segundo fez saber a este a Jornal a fonte que temos vindo a citar, alega-se, que o sucedido, ( A queima das estruturas do MPLA no Benfica) deveu-se, a “letargia” dos agentes da Polícia da esquadra, que encontra-se ao lado oposto, próximo as estruturas do Partido no Poder de que foi alvo.

Apesar de João Lourenço ter valorizado a actuacão da Polícia Nacional, no seu discurso de condenacão dos actos, caraterizado por si, como um “ acto de terror”, informações apuradas pelo Correio da Kianda dão conta, que o mais alto madatário do País, não terá gostado de como a Polícia não chegou a impedir o fogo posto pelos aproveitadores da greve dos taxistas, na sede do comité distrital do MPLA, e ao autocarro do Ministério da saúde, facto, que depois de ter ouvido o conselho de segurança, culminou, com a exoneração de Paulo de Almeida.

Nomeado ao cargo de comandante-geral da Polícia Nacional, em Agosto de 2018, em  substituição de Alfredo Eduardo Manuel Mingas “Panda”, Paulo de Almeida, que detinha uma relação difícil com o actual ministro do Interior, foi agora substituídos por Arnaldo Manuel Carlos, tido como próximo de Eugênio Laborinho.

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