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Politica

IGAE promete investigar acusações “falsas e difamatórias” contra a instituição

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A Direcção da Inspecção Geral da Administração do Estado em Luanda manifesta a sua preocupação com alegadas informações postas a circular nas redes sociais que apresentam suspeita da instituição ter apresentado um relatório falso na Rádio Luanda, para supostamente acobertar a Directora da UTGSL, Zenilda Mandinga.

A IGAE, refere a nota que a Rádio Correio da Kianda teve acesso, considera o teor “como falso e difamatório que visa somente pôr em causa o bom nome da instituição e da actividade por esta desenvolvida”.

No documento, esclarece que “enquanto serviço executivo desconcentrado, a Delegação Provincial da IGAE está a levar a cabo uma acção inspectiva de carácter geral para apurar factos que circularam nas redes sociais perpetrados por ex-trabalhadores daquela unidade, demitidos há dois anos por alegada falta de meios de trabalho”.

A Delegação Provincial de Luanda da Inspecção Geral de Administração do Estado diz, por outro lado, que “a informação prestada pelos referidos trabalhadores foi de que os meios de transporte pesados que a instituição dispunha, teriam sido desviados da Unidade Técnica de Gestão e Saneamento de Luanda UTGSL pela Directora Zenilda Mandinga”.

Entretanto, o documento prossegue dizendo, que “durante a acção inspectiva, foi possível apurar que, em 2021, por orientação da então Governadora de Luanda Dra. Joana Lina Ramos Baptista, os referidos meios foram entregues as Administrações Municipais e Distritais”.

A IGAE em Luanda assegura que “na ocasião, a UTGSL elaborou um mapa de distribuição dos meios para os Municípios do Cazenga, Cacuaco, Quiçama e Talatona, tendo sido apurado que as viaturas atribuídas aos supra referenciados Municípios encontravam-se alegadamente no estado de “carcaça”.

O documento conclui dizendo que, “na sequência de um trabalho de inteligência inspectiva foi possível recuperar seis camiões como referido no relatório, cuja informação foi veiculada na Rádio Luanda, que se encontravam em posse de cidadãos particulares de nacionalidade angolana, cubana e brasileira e que, ouvidos em autos de declarações informaram que os meios foram adquiridos numa das Administrações Municipais, cujo gestor à época confirmou em auto de declarações ter transmitido as mesmas aos supra”, refere a nota.

Jornalista multimédia com quase 15 anos de carreira, como repórter, locutor e editor, tratando matérias de índole socioeconómico, cultural e político é o único jornalista angolano eleito entre os 100 “Heróis da Informação” do mundo, pela organização Repórteres Sem Fronteira. Licenciado em Direito, na especialidade Jurídico-Forense, foi ainda editor-chefe e Director Geral da Rádio Despertar.