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Angola que dá certo

Hospitais do país recebem Internet gratuita de banda larga

Manuel Camalata

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Cerca de 700 unidades hospitalares em todo o país estão a beneficiar-se de serviços de telecomunicações, com conectividade e/ou Internet banda larga fixa, com vista a criar soluções alternativas de comunicação para todos os organismos afectos ao Ministério da Saúde (MINSA).

A iniciativa é da UNITEL, que investiu mais de três milhões de dólares para garantir recursos tecnológicos eficientes para a prestação de serviços de saúde (telemedicina, comunicação institucional e outros) de alta fiabilidade, durante o combate da pandemia de covid-19 e não só.

Segundo uma nota do gabinete de comunicação da UNITEL, enviada ao Correio da Kianda, a disponibilização desses serviços será implementada de acordo com as necessidades do MINSA, e vai ocorrer em duas fases para beneficiar 746 diferentes unidades hospitalares e instituições em todo o país.

A primeira fase, orçada em mais de três milhões de dólares (USD), contempla 126 instituições, estando a sede do MINSA, o Centro de Tratamento da Barra do Kwanza, o Centro de Quarentena da Barra do Kwanza e o Hospital Américo Boavida já se beneficiando dos pontos de acesso à Internet criados este ano, pela operadora de telefonia móvel.

A nota acrescenta, por outro lado, que decorrem ainda a implementação de outros oito pontos de acesso, nomeadamente, na Maternidade Lucrécia Paim, no Hospital do Prenda, militar, Delegação Municipal da Saúde no Cazenga, Centro de Quarentena – Calumbo II, ClÍnica Girassol Viana, Hospital dos Cajueiros e no Hospital do Cacuaco, todos em Luanda, ao passo que na província de Cabinda estão em execução os pontos de acesso a Internet junto do Gabinete Provincial da Saúde e do Hospital Geral/Provincial, para um total de 126 Instituições previstas nesta fase, que decorre até ao final de 2020.

Na segunda fase do projecto de implementação de Internet, a iniciar em 2021, serão abrangidas um total de 620 Instituições.

“Além da implementação dos pontos de conectividade, a UNITEL compromete-se em garantir a operação e a manutenção dos serviços de forma gratuita para os próximos 2 anos, além de garantir o serviço wifi que será suportado pela sua rede de fibra óptica”, lê-se no comunicado.

O fornecimento de soluções tecnológicas para a melhoria da saúde pública é um dos aspectos chave da Política de Responsabilidade Corporativa da UNITEL, que visa com isso, reduzir as principais causas de mortalidade e morbilidade em Angola, em alinhamento com o Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018-2022, bem como os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS), Agenda 2030, da qual Angola é signatária.

O projecto de disponibilização de serviços de telecomunicações, com conectividade e/ou Internet banda larga fixa para instituições ligadas à saúde no país, enquadra-se na Política de Responsabilidade social Corporativa da operadora.

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