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Hospitais do Cazenga – Munícipes Clamam pelo Mau Atendimento

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Por Kapita Kipenzo

 O Hospital dos Cajueiros carece de tudo um pouco, desde a falta de seringas, luvas e soros, o que obriga, quase sempre os utentes a irem comprar tais bens às farmácias ou vendedores, que se encontram nos arredores da aludida unidade sanitária.

Segundo a jovem Naty que acompanhava a tia àquela unidade médica afirmou “que os enfermeiros dão muitas voltas aos pacientes. Pedem para aguardar, mas não voltam mais. A não ser que paguemos 1.000 Kwanzas”.

De acordo uma outra paciente, defronte o Hospital Materno-Infantil dos Cajueiros, no Cazenga, Angélica Carlos Cambundo “além de mandar-nos comprar luvas e seringas, temos de pagar 3.000 Kwanzas para que o nosso familiar seja tratado”.

O director-geral do Hospital dos Cajueiros, Fernando Mendes, discorda que a unidade que dirige apresente enormes dificuldades assim. Para o gestor, as informações que os utentes passam à imprensa jamais condizem com a realidade, porquanto tais situações só acontecem devido a ansiedade, uma vez que todos querem ver o seu problema resolvido imediatamente.

Recorde-se que no ano passado o administrador municipal do Cazenga, Victor Nataniel Narciso, numa cerimónia de doação de mais de meia tonelada de medicamentos e material gastável no Hospital Progresso (situado na Mabor), presenciada pelo empresário Bento dos Santos Kangamba, reconheceu que a descentralização das verbas atribuídas ao sector sanitário, no quadro do programa de municipalização dos serviços de saúde, ainda não serve para colmatar os cuidados primários de saúde a nível daquela circunscrição territorial.

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