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Sociedade

Hemodiálise: país possui cerca de três mil pessoas em programa regular

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Celebra-se esta quinta-feira, 14, o Dia Mundial do Rim, uma iniciativa voltada para informar a população sobre as doenças renais, destacando a importância da prevenção e da adopção de práticas saudáveis.

Entretanto, no Uíge, a falta de serviços de hemodiálise ainda obriga a transferência de pacientes para Luanda.

A informação foi avançada pela directora de Clinica Geral do referido hospital, Márcia Vitória Fortunato, tendo aditando que em 2023, aquela unidade de saúde atendeu mais de 30 pacientes com problemas renais, com destaque para 17 que apresentaram complicações graves e foram transferidos para os hospitais de referência.

Por outro lado, a directora clínica em exercício do Hospital Geral do Uíge, alertou para o uso de medicação, tradicional ou convencional que podem afectar o rim.

Dados do Ministério da Saúde indicam que há 28 unidades de saúde com serviços de hemodiálise no país, sendo que a maior parte é do sector público, distribuídos em nove províncias, nomeadamente, Luanda, Huambo, Benguela, Bié, Bengo, Huíla, Malanje, Cabinda e Moxico.

A nota do MINSA a qual o Correio da Kianda teve acesso, informa que, actualmente, estão colocados 535 monitores de hemodiálise nos 22 centros do sector público para atender doentes com insuficiência renal crónica ou aguda.

“Até Fevereiro de 2024, o país tem em programa regular de hemodiálise aproximadamente 3.000 pacientes, destes, 2.300 são do sector público”, informa a nota.

De acordo com o Ministério da Saúde, em curso estão em fase de construção doze hospitais gerais onde estarão contemplados serviços de Hemodiálise com capacidade para atender mais 1.000 doentes.

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