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Sociedade

“Há muitas casas de massagem em Luanda que são prostíbulos” – denunciam cidadãos

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O número de casas de massagem em Luanda cresce quase todos os dias. Nas redes sociais, multiplicam-se as publicidades com as conhecidas massagens tântricas a liderar o topo pela procura. Mas afinal, o que são massagens tântricas e porquê de tanta procura? O Correio da Kianda saiu às ruas e ouviu especialista e cidadãos, desde leigos a conhecedores do assunto.

Necessária para a saúde mental, física e bem-estar de quem busca ou procura por uma qualidade de vida, em Luanda, as casas de massagens ganham a cada dia que passa cada vez mais clientes. Mas, nem todas as casas, disse ao Correio da Kianda, Roberto Francisco, especialista na área, que aponta a qualidade do trabalho, como  instrumento necessário para fidelizar clientes

Segundo o especialista, há em Luanda casas de massagens que mais são locais de prostituição, do que propriamente um lugar onde procura-se pelo bem estar.  Refere o também formador da área e empreendedor, que sobretudo as massagens tântricas, tidas como as mais procuradas, devido a sua técnica usada de corpo a corpo, são as que mais terminam sempre em envolvimento sexual entre o cliente e o massoterapeuta, profissional  responsável por aplicar o recurso terapêutico da massagem.

“Nem todas as casas de massagens em Luanda são casas de massagens. São locais ilegais, sem credenciamento, com publicidades enganosas, mas que no final, quando lá entras para uma massagem, perguntam-te se o o cliente quer com penetração ou sem penetração”, denuncia, fazendo referência a massagem tântrica.

“Não vou citar o nome destas casas, mas boa parte delas estão em Viana, sobretudo na Vila de Viana, no Benfica e Talatona”, concluiu.

Se por um lado, há quem denuncia as massagens tântricas, por outro, há quem olha para as casas de massagens como estabelecimentos comerciais, onde os clientes podem receber serviços de massagens terapêuticas e relaxantes.

“Eu já fui duas vezes fazer massagem tântrica, e confesso que foi bom. Não quero aqui descrever como foi, mas que foi bom, foi. Gostei, disse, Júlio Domingos, cidadão ouvido por este jornal.

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