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Guterres “profundamente preocupado” com a crise na Guiné-Bissau

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O secretário-geral das Nações Unidas está “profundamente preocupado” com a crise política na Guiné-Bissau, de acordo com um relatório sobre o país que vai ser analisado pelo Conselho de Segurança.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, está “profundamente preocupado” com a crise política na Guiné-Bissau, de acordo com um relatório sobre o país que vai ser analisado na terça-feira pelo Conselho de Segurança da ONU.

O secretário-geral da ONU assume-se “profundamente preocupado com a prolongada crise política na Guiné-Bissau e o seu impacto negativo na estabilidade do país e no desenvolvimento socioeconómico”, lê-se no documento.

O relatório foi elaborado pelo Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS) e lança um apelo ao Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, e aos signatários do Acordo de Conacri — subscrito em outubro para garantir estabilidade política –, para que o mesmo seja levado à prática.

A formação de um governo que funcione na plenitude, que corresponda ao espírito do Acordo de Conacri e que seja suportado pela Assembleia Nacional é indispensável para um progresso sustentado da modernização das forças armadas e para a efetiva implementação da reforma do setor da segurança, com apoio da comunidade internacional”, refere-se no documento.

A crise política na Guiné-Bissau começou em agosto de 2015 quando o Presidente da República demitiu o primeiro-ministro eleito, Domingos Simões Pereira. Desde então já houve mais quatro governos, mas nenhum conseguiu a aprovação do parlamento.

Dado o contexto de incerteza e face à anunciada desmobilização da força militar e policial de estabilização, a ECOMIB, no dia 30 de junho, as Nações Unidas anunciam ainda que vão trabalhar com todos os parceiros “para garantir que a saída não resulta num vazio que leve à instabilidade”.

A ECOMIB é composta por elementos dos países da África Ocidental, no âmbito da CEDEAO e foi colocada na Guiné-Bissau depois do golpe de Estado de 2012.

Fonte OBSERVADOR

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