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Guiné-Bissau: mais de 96 mil pessoas enfrentam níveis agudos de insegurança alimentar

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Mais de 96 mil pessoas na Guiné-Bissau enfrentam níveis agudos de insegurança alimentar, indica a agência da Organização das Nações Unidas, PMA.

Em média, 28% das crianças dos seis meses aos 59 meses são debilitadas e 5% das de 6 à 29 meses acabam perdendo a vida, diz a instituição.

O estudo realizado pela agência da ONU, Nutrient Gap no ano 2022, mostrou que mais de dois terços da população não conseguem pagar uma dieta nutritiva saudável de US$ 4 diários para uma família de sete membros.

A Guiné-Bissau é tida como importador líquido de alimentos, no entanto, a Horticultoras das regiões de Quinara e Gabu beneficiaram de poços de água, da compra de materiais e medição de perímetros de produção.

Como parte de prevenção e tratamento da desnutrição aguda moderada, 9,3 milhões de toneladas de cereal enriquecido foram colocadas à disposição de 36 centros de saúde em maio. Mais de 520 beneficiários foram alcançados.

Por outro lado, PMA distribuiu arroz adquirido localmente para abastecer 852 cantinas escolares, atingindo perto de 179 mil crianças. Pelo menos 70 técnicos receberam treinamento em gestão integrada de desnutrição aguda, moderada-a-grave e prevenção de desnutrição crônica em Cacheu, Oio, Quinara Tombali.

Por outra, no âmbito das atividades nutricionais, nove toneladas métricas de alimentos misturados fortificados foram entregues para ajudar 700 pessoas, 51% das quais são mulheres afetadas por um grande incêndio que atingiu o setor de Canhabaque em fevereiro.

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