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Guerra na Ucrânia: China contesta sanções impostas pelos EUA

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A China contestou hoje as mais recentes sanções impostas pelos Estados Unidos contra várias empresas chinesas, com o objetivo de, segundo Washington, “negar à Rússia os recursos de que necessita para apoiar a sua guerra brutal contra a Ucrânia”.

A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Mao Ning, disse que “a China vai continuar a tomar as medidas necessárias para proteger firmemente os direitos e interesses legítimos das empresas chinesas”.

Argumentou que a China, “como potência responsável, vai continuar a desempenhar um papel construtivo na busca de uma solução política”. Disse também que a “China tem mantido sempre uma posição justa e objectiva sobre a crise na Ucrânia”, acrescentou.

Os Estados Unidos lançaram na sexta-feira a maior vaga de sanções desde o início da guerra na Ucrânia, punindo meio milhar de entidades e indivíduos, com o objectivo de minar a capacidade financeira do Governo de Vladimir Putin e retaliar pela morte do líder da oposição, Alexei Navalny.

Jornalista multimédia com quase 15 anos de carreira, como repórter, locutor e editor, tratando matérias de índole socioeconómico, cultural e político é o único jornalista angolano eleito entre os 100 “Heróis da Informação” do mundo, pela organização Repórteres Sem Fronteira. Licenciado em Direito, na especialidade Jurídico-Forense, foi ainda editor-chefe e Director Geral da Rádio Despertar.