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GPL: reunião conjunta tenta encontrar soluções para os problemas do Kilamba

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A problemática do fornecimento de água potável e do saneamento básico na centralidade do Kilamba foi tema de abordagem num encontro de trabalho entre a governadora da província de Luanda, Joana Lina, e o Secretário de Estado para as Águas, Lucrécio Costa. Na reunião realizada nesta terça feira, 5, no Kilamba, foi relatada ao pormenor os pontos de constrangimentos que afectam o normal funcionamento das infra-estruturas técnicas básicas instalaras pelo empreiteiro.

De acordo com o comunicado enviado ao Correio da Kianda, este encontro foi agendado em função da situação ocorrida no final do ano, causada por uma “intervenção técnica descuidada, realizada na rede de esgotos que levou a interrupção do fornecimento de água, operação solicitada pela administração da centralidade”.

Durante a sua intervenção, a governadora de Luanda, Joana Lina, frisou que, neste momento, “o que importa é encontrar solução para os problemas que comprometem o bem-estar dos citadinos do Kilamba, tendo reconhecido a capacidade dos quadros do GPl e do MINEA e reiterado a necessidade do trabalho conjunto para se agregar mais sinergias”.

Na sequência deste encontro, decorreu uma apresentação feita pela administração da centralidade, em que foram expostas várias situações sobre o saneamento, a rede de drenagem para fora da centralidade, dentre outros relacionados com a gestão da centralidade.

O Presidente do Conselho de Administração da EPAL, Fernando Cunha, disse no encontro que Luanda ainda não tem abastecimento para atender a totalidade da população. Mas, referiu que a “centralidade do Kilamba está bem servida, tem um sistema independente que atende às necessidades da população, e quando surgem situações anómalas estão asseguradas soluções pontuais e resolução das avarias”.

O Secretário, Lucrécio Costa, referiu que actualmente a EPAL não recebe qualquer dotação do Estado e precisa de receitas para assegurar a continuidade das suas operações.

Nesta senda, a única fonte de receitas da EPAL provém dos seus clientes e, nesse aspecto, os clientes do Kilamba na sua maioria também se furtam ao pagamento regular da água. É necessário, disse, assegurar um modelo de sustentabilidade que permita garantir o funcionamento das infraestruturas de captação, produção e distribuição de água e que permita assegurar também a manutenção das infraestruturas de saneamento.

O encontro contou ainda com a presença do Presidente do Fundo de Fomento Habitacional, o Presidente do Conselho de Administração da EPAL, responsáveis e técnicos do MINEA, GPL e da EPAL.

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