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Governo garante apoio para retorno definitivo do grupo Vozes do Nambwa

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Depois do grande desempenho da banda Vozes do Nambwa, no “Live no Kubico”, realizado no domingo último, a população do Bengo ficou encantada e pediu ao governo local apoio para o retorno dos espetáculos dos “meninos de ouro do Nambuangongo”.

A escutar a voz do povo, o governo da província do Bengo garantiu apoio ao grupo Vozes do Nambwa e outros fazedores da cultura e arte nesta região do país. A garantia foi dada, nesta segunda-feira, 24, ao Correio da Kianda, pelo chefe do departamento da acção cultural do Bengo, Orlando Mateus.

“Apesar do governo não patrocinar de forma directa lançamento de um cd, mas nós vamos procurar uma forma de encontrar patrocinadores ou pessoas interessadas em investir neste projecto”, garantiu. O dirigente também fez saber que o primeiro passo é reestruturar o grupo que, por meio do “Live no Kubico” voltou a estar unido.

“A estrutura administrativa e organizativa do grupo anda meio fragilizada, por causa da conjuntura social de cada elemento. A banda esteve separada, mas graças ao programa voltaram a estar unidos”, disse.

Orlando Mateus assegurou que a partir desta terça-feira, 25, voltaria a contactar os elementos do grupo para traçarem uma estratégia de ajuda.

“Nós retomaremos contactos para percebermos como podemos ajudar e, acima de tudo, traçarmos estratégia para que eles possam não saírem mais da ribalta e ver se possível consigam gravar mais um cd”, comprometeu-se e sublinhou que depois da performance do “Live no Kubico” e a sua repercussão, acredita “que pessoas interessadas é que não faltará para investirem neste projecto”.

No Bengo estão inscrito 80 grupos de fazedores da cultura que trabalham com produção de shows, peças de teatro, exposições, concertos, danças e artistas. O chefe do departamento da ação cultura, garante que tem mantido encontro com todos os responsáveis.

Durante a entrevista, o responsável garantiu que “a cultura na província do jacaré Bangão, goza de boa saúde. Apesar da actual conjuntura por causa da covid-19, o sector cultural em particular, depende exclusivamente da presença do público para sobreviver, os seus fazedores estão se reinventando”.

“Com a proibição de reunir pessoas em teatros e casas de shows, a saída é usar plataformas de arte para divulgar o trabalho, fazer lives e abrir novos caminhos de actuação profissional”, finalizou.