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Economia

Governo autoriza produção de petróleo no bloco 17 até 2045

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O Ministério dos Recursos Minerais e Petróleo, autorizou a prorrogação do período de Produção das Áreas de Desenvolvimento Antúrio, Girassol-Jasmin, Rosa, Lírio, Acácia, Cravo, Perpétua-Hortênsia, Tulipa, Dália, Orquídea-Violela e Zínia do Bloco 17, até 31 de Dezembro de 2045, com efeitos a partir de 1 de Abril.

Segundo o Decreto Executivo n.º 142/20, a que o correio da kianda teve acesso, o Ministério dos Recursos Minerais e Petróleo justifica a decisão, de forma a permitir a continuidade das actividades nas supracitadas áreas de Desenvolvimento, segundo o acordado entre ANPG e o grupo empreiteiro, em implementar a prorrogação e uniformizar as datas de  caducidade dos períodos de produção das áreas de Desenvolvimento até 31 de Dezembro de 2045.

O Bloco 17 está localizado entre 150 a 200 km ao largo da costa angolana, em profundidades de água entre os 600 e os 1.400 metros. É operado pela TOTAL (com um interesse participativo de 40%), juntamente com as subsidiárias da Equinor (23,33%), da ExxonMobil (20%) e da BP (16,67%). O Bloco granjeou uma história de sucesso ímpar em Angola, com cerca de 3 mil milhões de barris de petróleo produzidos desde 2002 a partir de quatro Unidades Flutuantes de Armazenamento, Produção e Transferência, conhecidas na indústria pela sigla inglesa FPSO: Girassol (início das operações em 2001), Dália (início das operações em 2006), Pazflor (início das operações em 2012) e o Clov (início das operações em 2014). A produção do Bloco 17 foi de 530 mil barris de petróleo/ dia em 2018, depois de um pico de produção de 700 mil barris de petróleo/dia em 2015.

A média diária de produção petrolífera no bloco 17 em 2019 é de 470 mil barril/dia, enquanto em 2018 foi de 530 mil barris/dia, tendo atingido o pico de produção em 2015 ao atingir 700 mil barris/dia.

 

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