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“Gorilas da segurança do Estado” mancham nome do Presidente da República, afirma ACJ

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A UNITA, maior força política na oposição em Angola, promove neste sábado um acto político na cidade de Benguela, para assinalar o 59º aniversário do partido,  fundado por Jonas Savimbi, no dia 13 de Março de 1966, na região do Muangai, província do Moxico.

O “Galo Negro” tem estado a realizar várias actividades para assinalar a efeméride. Recentemente, o Presidente do partido, Adalberto Costa Júnior, realizou um périplo no leste do país, mais concretamente nas províncias das Lunda-Norte e Sul e Moxico, para se inteirar do funcionamento das estruturas do partido,  e da situação socioeconómica da região.

Em Benguela, o partido com 90 lugares no parlamento angolano acolheu várias individualidades vindas de vários países, para participar da Conferência Internacional do IDC.

Entretanto, à margem da actividade, o líder da UNITA disse ter cumprido o seu papel de ter comunicado com as entidades governamentais. Adalberto Costa Júnior disse ter partilhado a vinda ao país de individualidades internacionais, com o Ministro da Presidência da República, com o Ministro do Interior, e com o Ministro das Relações Exteriores.

O líder da UNITA considerou que, o que  ocorreu, “constitui uma vergonha para o país”, por causa do que Adalberto Costa Júnior chamou de “gorilas da segurança” que estão a destruir a imagem de João Lourenço, e de Angola, por estarem, os supostos gorilas, a alegadamente substituir os tribunais, disse, o líder da UNITA.

Adalberto Costa Júnior afirmou, por outro lado, que cerca de 30 participantes a Conferencia Internacional participaram via online, a partir de Luanda, por não terem ido  à Benguela.

Entretanto, o Presidente do Partido MDM, de Moçambique, disse que a democracia em África ainda é deficitária, em consequência dos alegados partidos históricos, que julgam que os povos africanos têm uma dívida com eles.

Simango é de opinião que a democracia será um facto em África,  com alternância do poder, e deu exemplo do que aconteceu no aeroporto internacional 4 de Fevereiro.

O político moçambicano disse que os partidos que se consideram históricos perceberem que ninguém poderá parar os ventos da mudança.

Quanto à qualidade da democracia, Davi Simango advogou que cada país deve estabelecer o seu próprio modelo de democracia, mas o modelo é único para todos continentes e países, que passa necessariamente pelo respeito das liberdades

Jornalista multimédia com quase 15 anos de carreira, como repórter, locutor e editor, tratando matérias de índole socioeconómico, cultural e político é o único jornalista angolano eleito entre os 100 “Heróis da Informação” do mundo, pela organização Repórteres Sem Fronteira. Licenciado em Direito, na especialidade Jurídico-Forense, foi ainda editor-chefe e Director Geral da Rádio Despertar.

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