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FMI sugere medidas para crescimento económico

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O mandatário do FMI fez estas recomendações no final da apresentação dos relatórios “FMI Outono 2017” e “Perspectivas económicas globais e regionais da África Subsariana”, tendo realçado a necessidade de  Angola continuar a apostar na agricultura para permitir criar excedentes agrícolas e a existência do agro-negócio (indústria alimentar).

Argumentou que Angola tem um potencial agrícola expressivo e que deve-se melhorar as vias rodoviárias para permitir o escoamento dos produtos.

Em relação ao sector pesqueiro, afirmou que o país tem uma costa imensa, e quanto aos minerais realçou haver bons resultados, de acordo com o relatório do Plano Nacional de Geologia (Planageo).

Acerca da inflação, disse que é alta e contribui negativamente para o crescimento económico e que há um desequilíbrio no mercado cambial.

 O relatório apresentado hoje conclui que a África subsariana é a que menos diversifica a sua economia em relação às demais regiões do mundo.

Max Alier defendeu que economia que mais diversifica, cresce mais e apontou que os países produtores de petróleo, como é o caso de Angola e outros países, são os que menos diversificam a sua economia no continente.

O estudo aconselha aos países produtores de petróleo, por serem os que menos diversificam, para terem uma estabilidade macroeconómica a optar pelo acesso ao crédito, em infra-estruturas e na geração de cadeias produtivas a partir do que o país já tem, entre outras medidas.

Em 2016 a economia da África subsariana cresceu 1.4 porcento e no ano 2017 aumentou para 2.6 %, este último resultado teve um grande suporte, a recuperação da produção de petróleo na Nigéria e o fim da seca na região.

Participaram do evento o ministro do Comércio, Jofre Van-Dúnem, economistas e estudantes, entre outras individualidades.

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