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Finalmente! Médico especialista revela verdadeira causa de morte da princesa Diana

As revelações de Richard Shepherd são surpreendentes. A princesa do povo morreu por causa de uma lesão muito “pequena e incrivelmente rara”.

Redação

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A princesa Diana morreu a 31 de agosto de 1997, resultado de um brutal acidente de automóvel no túnel de l’Alma, em Paris, quando era perseguida por paparazzi que queriam fotografias suas com o companheiro de então, o milionário egípcio Dodi al-Fayed – que também morreu no acidente, assim como o motorista de lady Di.

Conhecida como a “princesa do povo”, a morte da mãe de William e Harry deixou o mundo em choque. Tinha apenas 36 anos de idade. Uma onda de consternação propagou-se por todo o planeta. Milhões de pessoas acompanharam o funeral da princesa, tanto em Londres como através da televisão.

Desde a sua sua morte, há 21 anos, que muito se conjeturou sobre o acidente e as causas. Perde-se a conta às teorias que foram sendo elaboras, umas mais plausíveis que outras.

Agora, finalmente, o médico e escritor Richard Shepherd vem divulgar as verdadeiras causas de morte da princesa. E são surpreendentes. Segundo o médico, o ferimento que levou à morte da princesa de Gales “era minúsculo e estava localizado num local que nenhum patologista forense tinha visto”.

De acordo com o que Richard Shepherd escreveu no seu mais recente livro, ‘Unnatural Causes’ (‘Causas Improváveis’), Diana de Gales podia ter sobrevivido ao acidente, apenas com alguns ferimentos, caso usasse cinto de segurança: “Se estivesse a utilizar cinto de segurança provavelmente ela (Diana) teria aparecido em público uns dias depois, com alguns ossos partidos e umas contusões, mas apenas isso”, avançou o especialista.

A “princesa do povo” morreu devido a um pequeno e fatal derrame de uma veia num dos pulmões. Uma situação extremamente rara. “A lesão de Diana foi tão específica e tão rara que, em toda a minha carreira, não me recordo de ter visto outra semelhante.”

 

Recorde-se que, a 15 de Janeiro de 1997, Diana de Gales deslocou-se ao Huambo, numa missão. “Lady Di” era uma das maiores defensoras da retirada das minas terrestres dos antigos campos de guerra, tendo trabalhado com inúmeros organismos internacionais de desminagem.

C/ Flash

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