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Feira Nacional de Publicidade e Marketing marca abertura da FILDA 2021

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A inauguração da 1ª edição da Feira Nacional de Publicidade e Marketing, denominada “Showroom”, do Ministério das Telecomunicações Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTCS), marcou o arranque esta terça-feira da 36ª edição da FILDA.

Trata-se de uma segunda e mini exposição temática que decorre em simultâneo com a Feira Internacional de Luanda (FILDA), que decorre, simultaneamente, de 30 de Novembro a 4 de Dezembro, na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo.

Esse Showroom tem como objectivo auxiliar na venda de produtos e serviços, diversificar e expandir canais, promover acordos e alianças, lançar novos produtos e estender o mercado da publicidade e marketing para todo o território nacional.

A mini feira busca congregar os profissionais da área e alinhar as estratégias para a captação de investimentos e cada vez mais anunciantes, em um momento em que a indústria da publicidade é das  mais afectada pela redução de negócios gerados pela pandemia da Covid-19.

O Governo, através do MINTTICS, pretende encontrar com os operadores as melhores saídas, além de aproveitar o certame para divulgar as leis que regulam a actividade.

Marcou também este primeiro dia da maior bolsa de negócios de Angola, os últimos acabamentos, a organização dos stands, assim como uma movimentação de pessoas no recinto da ZEE, onde estão presentes 558 empresas, das quais 500 nacionais.

A FILDA constitui uma oportunidade ímpar para as empresas consolidarem presenças no mercado angolano e fortalecerem relações comerciais.

O evento vai decorrer durante cinco dias sob o lema “A tecnologia como suporte ao desenvolvimento do agro-negócio e da indústria”, reunindo empresas de distintos sectores, com realce para o tecnológico e o petrolífero, sendo Portugal a maior representação internacional.

Até sábado, dia 4 de Dezembro, 558 expositores de distintos países que vão aproveitar promover os seus serviços, soluções, produtos e tecnologias, assim como trocar experiências e conhecimentos, num evento em que Angola procura captar novos investimentos para o país.

O certame está a decorrer na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo sob o lema “A tecnologia como suporte ao desenvolvimento do agro-negócio e da indústria”, reunindo empresas de distintos sectores, sendo Portugal a maior representação internacional.

Neste cinco dias de actividades estarão em evidência sectores como Comércio e Prestação de Serviços (com  26 %), Alimentação e Bebidas (14%), Agro-negócio (13%), Telecomunicações e Tecnologias de Informação e Comunicação (9%) e Indústria Transformadora (8%).

De igual modo, Serviços Bancários e Seguros (6%), Construção Civil e Obras Públicas (5%), Máquinas e Equipamentos (5%), Oil & Gás (4%), Transportes e Logística (4%), Serviços de Saúde (3%), Representações Diplomáticas (2%), Governamental/Governo Provincial (1%) e Educação (também 1%).

Em relação a Angola, em particular, serão evidenciados essencialmente serviços, produtos, tecnologias e soluções das áreas da Indústria, do Comércio, das Telecomunicações, do Petróleo, da Banca e Seguros, do Transporte e de Logística, além de alimentos e bebidas.

Luanda, Benguela, Namibe, Zaire e Huíla são algumas das 18 províncias representadas nesta montra internacional multidisciplinar, que vai dedicar atenção especial ao agro-negócios, às tecnologias e ao sector petrolífero – o maior contribuinte do PIB angolano.

Essa 36ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA) reserva, entre outros, a exposição de alimentos e de produtos diversos, conferências de imprensa, colóquios, espectáculos músico-culturais e um espaço de arte monumental e performance, onde se vai transformar o lixo em arte.

A feira em causa enquadra-se nas acções do Executivo para a concretização das funções do Estado como grande impulsionador do processo de diversificação da economia nacional, cuja competitividade interna e externa se impõem a curto, médio e longo prazo.

A realização da FILDA, neste ano, afigura-se como um sinal de capital importância para a comunidade empresarial, mas também para o mercado, pois simboliza a retoma da actividade económica, depois de em 2020 não ter acontecido devido à pandemia da Covid-19.

Este evento é realizado anualmente desde 1983, tendo, contudo, registado alguns períodos de interrupção devido à crise financeira e económica mundial. Por exemplo, antes da Covid-19, observou, também, um interregno em 2016, por altura da 33ª edição.

A FILDA junta anualmente, há três décadas, empreendedores nacionais e internacionais dos variados continentes para expor produtos e serviços, assim como estabelecer contactos para parceiros, tendo um impacto visível na economia nacional e no exterior do País.

Por Angop 

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