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Sociedade

Fazedores do teatro defendem profissionalização da classe no Huambo

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Cerca de 150 fazedores de teatro, vindos de diversas partes do país, estão reunidos na província do Huambo para discutirem o estado actual do teatro em Angola, perspectiva para o futuro da classe, bem como a criação da carteira profissional.

A acção enquadra-se no âmbito das celebrações do Dia Internacional do Teatro, que hoje é comemorado.

O presidente da Associação Angolana de Teatro, Tony Frampénio, disse que apesar das várias dificuldades que os actores passam, destacou, na ocasião, o esforço do Executivo angolano na construção de infra-estruturas, bem como escolas de artes a nível do país.

O responsável da Associação Angolana de Teatro defende, por outro lado, a profissionalização da classe para bem do desenvolvimento da arte que tem como objectivo principal despertar consciência através da representação.

Já o director artístico cultural do grupo teatral Mulongi Ya Mbote, Diego dos Santos, apelas as autoridades governamentais e instituições privadas, para que se construam mais salas de teatro, atendendo o número elevado de grupos existentes no país, o que “vai ajudar no desenvolvimento do mosaico cultural angolano”.

Dos Santos avança, por outro lado, que “já é possível os fazedores do teatro sobreviverem com o dinheiro da arte”.

De recordar que o Dia Internacional do Teatro foi criado em 1961 pelo Instituto Internacional do Teatro.

O Correio da Kianda sabe que o Chefe de Estado angolano, João Lourenço, anunciou, a partir da sua página no Facebook, que o Executivo está empenhado na construção da futura Casa do Artista e Palácio da Música e do Teatro, num projecto orçado em 85 milhões de dólares.