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“Falta de financiamento tem tirado brilho do carnaval”

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Os grupos carnavalescos da província de Luanda esmeram-se nos preparativos, visando a edição do entrudo que será realizado entre os dias 11 e 13 de Fevereiro, na Marginal.

São esperados no local mais de 20 mil pessoas, segundo o vice-governador para Área Política e Social, Manuel Gonçalves, que garante estarem preparadas todas as condições para o êxito do evento.

Por sua vez, o agente cultural, Dikyamini Bokolo, afirma que a falta de financiamento aos grupos carnavalescos tem tirado o brilho que caracteriza a maior manifestação cultural do povo angolano.

Já o especialista em Gestão e Administração Pública, Denilson Duro, defende maior atenção do governo ao sector cultural, para atracção de turistas através do carnaval.

A 46ª edição do carnaval em Luanda vai contar com a exibição de 44 grupos, sendo 13 da classe A, igual número da B e 17 da classe infantil.

O desfile central terá o regresso do emblemático grupo União Operário “Kabocomeu”. Na classe B desde 2018, o Grupo referencial da história do Carnaval de Luanda e vencedor da primeira edição do Carnaval do pós-independência, em 1978, o União Operário “Kabocomeu” foi fundado no dia 2 de Janeiro de 1952, em Luanda, pelo bailarino Joaquim António, o carismático, “Desliza”.

Formado em radiojornalismo, com passagem por órgãos de comunicação social públicos e privados. Possui formação internacional em Comunicação e Multimedia. Estudante do curso superior de Gestão/Comunicação e Marketing.