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Falta de continuidade nas políticas educativas preocupa sociólogo

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O sociólogo Agostinho Paulo criticou a gestão da ministra cessante da Educação, Luísa Grilo, exonerada na última sexta-feira, 6, apontando o que considera ser o incumprimento das exigências e padrões internacionais de qualidade de ensino no sistema educativo angolano.

Em declarações à Rádio Correio da Kianda, o especialista manifestou preocupação com a ausência de continuidade entre os projectos ministeriais, sublinhando que as frequentes mudanças de orientação na liderança do sector da Educação têm provocado desalinhamentos estratégicos com impactos negativos na eficiência do sistema.

Segundo Agostinho Paulo, a falta de sequência nas políticas públicas educativas resulta, entre outros constrangimentos, em desperdícios financeiros significativos, além de comprometer a consolidação de reformas estruturantes capazes de elevar os níveis de ensino no país.

O sociólogo defendeu ainda a necessidade de uma atenção prioritária ao ensino fundamental, que, no seu entender, constitui a base do sistema educativo e carece, sobretudo, de uma melhor qualificação e valorização dos docentes.

Para o especialista, o reforço da formação dos professores e a estabilidade das políticas educativas são elementos essenciais para garantir melhores resultados de aprendizagem e alinhar Angola com os padrões internacionais de qualidade no ensino.

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