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Economia

EUA impõem sanções à empresa Russa detentora de participação na Catoca

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A Alrosa, maior produtora mundial de diamantes brutos, que detém uma participação de 41% na Catoca, entrou na lista das empresas que estão a sofrer sanções por parte dos Estados Unidos, mas a empresa de produção de diamantes angolana não deve ser afectada, uma vez que a Alrosa detém uma participação de menos de 50%.

A Catoca não deve ser afectada pelas sanções impostas à Alrosa, uma vez que, e de acordo com a OFAC (Agência de Controle de Activos Estrangeiros) dos Estados Unidos, apenas as entidades detidas em 50% ou mais, directa ou indirectamente, pela Alrosa é que estão a ser bloqueadas.

Entretanto, as acções da Alrosa caíram cerca de 5% na manhã desta sexta-feira, dia 8, depois dos Estados Unidos ampliarem as sanções à empresa, com o objectivo de cortar fontes adicionais de receita para a Orçamento Geral do Estado da Rússia.

A Alrosa, maior produtora mundial de diamantes brutos e que concorre com a De Beers nesta posição, produziu 32,4 milhões de quilates em 2021, cerca de 30% do total global. Exporta principalmente para a Bélgica, Índia e Emirados Árabes Unidos.

“Os diamantes são uma das 10 principais exportações não energéticas da Rússia em valor, com exportações em 2021 a totalizarem mais de 4,5 mil milhões”, de acordo com o Reuters, citando a Agência de Controle de Activos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro norte-americano.

Os Estados Unidos colocaram na quinta-feira a Alrosa na lista de ‘Nacionais Especialmente Designados’ (SDN), que, efectivamente expulsa uma empresa sancionada do sistema bancário dos EUA e proíbe seu comércio com americanos, complicando as operações no mercado global de diamantes.

A Reuters pediu um comentário à Alrosa, que não respondeu.

C/ Vanguarda 

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