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EUA bombardeiam base aérea na Síria

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Reacções internacionais não se fizeram esperar, com o Governo britânico a apoiar os Estados Unidos.

Os Estados Unidos atacaram esta madrugada uma base aérea na Síria em resposta ao alegado uso de armas químicas lançado esta semana por forças fiéis ao presidente Bashar Al-Assad, que fez mais de 70 mortos e dezenas de feridos. É o primeiro ataque directo à Síria realizado pelos Estados Unidos desde que começou a guerra na região, há sete anos.

O presidente Donald Trump, que já tinha vindo a ameaçar nos últimos dias, afirmou que foram ultrapassadas todas as linhas vermelhas definidas pelo seu antecessor, Barack Obama. Trump frisou que era necessário “prevenir e parar com a disseminação do uso de armas químicas mortais.

Este ataque e decisão de Trump acontecem numa altura em que o presidente norte-americano recebe o presidente chinês, Xi Jinping, um encontro que está dominar as atenções internacionais pela sua importância económica e política.

Os Estados Unidos lançaram durante a madrugada 59 mísseis Tomahawk contra uma base aérea em Shayat que terá lançado o referido ataque químico. O regime do presidente sírio já justificou o ataque garantindo que existia um paiol com armas rebeldes na zona.

Não é claro se o presidente russo, Vladimir Putin (país que tem apoiado as forças do presidente da Síria) foi avisado da decisão, com relatos contraditórios na imprensa internacional.

As reacções a este ataque já estão a surgir, com a oposição síria a apoiar a acção norte-americana. O Governo britânico também já veio apoiar “totalmente” este ataque, segundo um porta-voz citado pela Reuters. Já o Irão condenou “veementemente um ataque unilateral destes… acções como estas vão complicar a situação na Síria e na região”, segundo a Reuters.

Já o Irão condenou “veementemente um ataque unilateral destes… acções como estas vão complicar a situação na Síria e na região”, segundo a Reuters.

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