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Estreito de Ormuz aberto para países que respeitem soberania do Irão, garante Pezeshkian
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o Estreito de Ormuz continua aberto à navegação internacional, excepto para embarcações de países que desrespeitem as fronteiras do Irão.
Em publicação na rede social X, o chefe de Estado declarou que “a ilusão de apagar o Irão do mapa demonstra desespero contra a vontade de uma nação que faz história”, acrescentando que ameaças e actos de terror apenas reforçam a unidade nacional.
“O Estreito de Ormuz está aberto a todos, excepto àqueles que violem nosso território”, escreveu.
As declarações surgem em meio à escalada de tensões na região. Em 28 de Fevereiro, Estados Unidos e Israel lançaram uma operação militar contra o Irão, atingindo várias cidades, incluindo Teerão. A Casa Branca justificou a ofensiva com base em alegadas ameaças nucleares e de mísseis por parte de Teerão.
Em resposta, a Guarda Revolucionária Islâmica anunciou uma operação de retaliação contra alvos israelenses. Bases militares norte-americanas localizadas no Bahrein, Jordânia, Kuwait, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos também foram atingidas.
O líder Ali Khamenei e outros altos dirigentes iranianos morreram no ataque conjunto conduzido por forças americanas e israelenses.
Já em 2 de Março, o major-general Ebrahim Jabari alertou que o Estreito de Ormuz — responsável por cerca de um quinto das exportações globais de petróleo — poderia ser fechado à navegação em resposta às acções militares contra o Irão.
