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Estado-Maior General das FAA proíbe militares de integrarem manifestações de cariz político

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Numa nota hoje divulgada, o EMGFAA exorta os diferentes órgãos militares, a promover o respeito pela diferença e a convivência pacífica antes, durante e depois das eleições gerais de 23 de Agosto.

“Exortamos à isenção, patriotismo, tolerância, espirito de missão, coesão e disciplina, escusando-se todos os militares de manifestações de cariz político”, acrescenta a nota.

O EMGFAA considera imperioso levar ao conhecimento de todos que, por deliberação da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), não haverá voto deslocado, ou seja, ninguém poderá exercer o seu direito de voto numa assembleia onde o seu nome não conste dos cadernos eleitorais.

“Recomendamos aos militares que estiverem no cumprimento do dever patriótico que se desloquem as referidas zonas para o exercício do seu direito e posteriormente regressem aos respectivos postos de trabalho para o seu normal funcionamento”, diz ainda a mesma nota.

A reconciliação nacional, a paz e o comportamento cívico, são entre outros requisitos que EMGFAA exige às várias instituições militares.

Estas são as 4ªs eleições por voto directo e universal desde que Angola optou pelo multipartidarismo em 1991.

As eleições gerais de 23 de Agosto contam com seis forças políticas a disputar os 220 lugares no Parlamento e ainda a eleição do Presidente da República e do Vice-presidente, que são, respectivamente, o primeiro e o segundo nome das listas apresentadas pelo círculo nacional.

Vão estar na disputa pelos votos dos 9,3 milhões de eleitores, conforme o sorteio que ditou a disposição no boletim de voto, a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), que propõe Isaías Samakuva para Presidente da República, a Aliança Patriótica Nacional (APN), cujo cabeça de lista é Quintino Moreira, o Partido da Renovação Social, cuja aposta para a Presidência é Benedito Daniel, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), que tem João Lourenço para substituir José Eduardo dos Santos na Cidade Alta, a Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), com Lucas Ngonda a liderar a lista; e a Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), que apresenta Abel Chivukuvuku para Chefe de Estado.

O círculo nacional elege 130 deputados e os círculos das 18 províncias elegem 90, cinco deputados por cada uma delas, contando a Comissão Nacional Eleitoral com 12 512 Assembleias de Voto reunindo um total de 25 873 Mesas de Voto.

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