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Economia

Estado desembolsa USD 300 milhões anualmente para importação de arroz

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Cerca de 90% da quantidade consumida de arroz em Angola ainda é importada. Uma vez que é apontado como sendo o segundo produto mais consumido em todo território nacional, apesar do país possuir todas as condições para a sua produção, o Estado desembolsa 300 milhões de dólares anualmente para a importação.

A informação indica que a falta de fábrica de descasque de arroz, a falta de insumos para potenciar a produção e por não terem meios tecnológicos são dificuldades registadas pelos produtores na produção deste bem alimentar.

Os responsáveis da área reconhecem que o país tem um longo caminho a percorrer até assumir a auto-suficiência, definir metas a médio e a longo prazo, realizáveis, é umas das estratégias que vai permitir olhar na auto produção e eventualmente na exportação do produto.

Para o secretário de Estado para Agricultura e Pecuária, João Cunha, o Planagrão será o “cavalo de batalha” que o Governo angolano vai usar para a redução da exportação.

“Preparou-se um novo programa de produção de grão em escala que vai permitir inverter o quadro” garantiu João Cunha.

Segundo António Bartolomeu Raimundo, um dos maiores produtores do continente africano na era colonial, da marca “Arroz Raimundo”, incentiva o Governo angolano a trabalhar, a insistir, a persistir e nunca desistir, mesmo sabendo que a chuva e o tempo nem sempre estão a favor dos camponeses.

De acordo com o PRODESI, o arroz ocupa a primeira produção como o produto mais importado de Angola, com um custo de 187 de milhões de dólares, só no mês de Janeiro à Julho deste ano.

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