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“Esperamos de vós uma posição firme e entrega abnegada na defesa do PR” – General Furtado

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O ministro de Estado e Chefe da Casa Militar, Francisco Furtado, usou estas palavras esta segunda-feira, 30, no empossamento dos novos comandantes da Unidade de Segurança Presidencial e da Unidade de Defesa Presidencial, onde foram exortados a assumirem uma posição firme e entrega abnegada na defesa da integridade física do Presidente da República, João Lourenço.

Francisco Furtado conferiu posse aos novos comandantes da Unidade de Segurança Presidencial (USP) e da Unidade de Defesa Presidencial (UDP), respectivamente, Yava Zeca Pedro Félix e Mário Jorge da Silva Neto, na ocasião chamou atenção da necessidade de os mesmos se doarem em prol da defesa do mais alto mandatário da nação.

“Esperamos de vós uma posição firme, entrega abnegada em defesa da integridade física de Sua Excelência o Presidente da República e Comandante-Em-Chefe das FAA, conforme rege a Constituição da República de Angola”, afirmou Francisco Furtado, que também empossou outros oficiais generais, afectos à Casa Militar, nomeados recentemente pelo Chefe de Estado.

O número um da Casa Militar referiu que a escolha dos novos comandantes, que são jovens, assentou numa avaliação profunda, onde foram considerados todos os factores, desde o comportamental ao dever da missão, adiantando que a realização das ligeiras alterações visam o rejuvenescimento paulatino, baseado nas valências e competências de jovens emergentes, para iniciar-se o novo ciclo da transição geracional.

“Não é uma missão fácil, nem tão pouco impossível, mas cheia de grande responsabilidade, pois a segurança do Presidente da República, depende a segurança de toda a Nação angolana, e vós sois os principais garantes desta segurança”, sublinhou.

Na ocasião, agradeceu aos anteriores comandantes, fundamentalmente da USP e UDP, agora consultores do ministro de Estado e Chefe da Casa Militar a apoiarem ininterruptamente, com conselhos, os recém-empossados.

Aos secretários, consultores e directores, Francisco Furtado disse depositar, mais uma vez, confiança nos mesmos, esperando que redobrem o trabalho para que possam dizer que “valeu a pena a aposta”, alertando que não serão implacáveis, nem complacentes com os que se julgam ter vencidos e ficam sentados a sobra da bananeira, preenchendo apenas o quadro de pessoal.

“A estes aconselhamos a tomar outro rumo, pois o momento actual é de muito trabalho”, advertiu.

Aos oficiais generais lembrou que acabam de ingressar numa classe de muita responsabilidade, que exige maior fineza, cultura e que não se compadece com actos menos dignos, cuja repercussão impacta não só a classe, mas a sociedade em si.

“Um oficial General tem de saber estar, ter um comportamento padrão, trilhado na ética, decoro e cordialidade. A promoção à classe de General representa a mais alta manifestação de confiança e confere ao militar a autoridade para o exercício de funções complexas”, acrescentou o ministro de Estado.

Francisco Furtado referiu-se ao compromisso da reorganização da Casa Militar e apelou aos empossados a estarem vigilantes e a trabalhar permanentemente em estreita coordenação, para evitar que sejam reactivos ao invés de proactivos nas análises e avaliações de cada situação, conjuntura interna ou externa, por forma a potenciar antecipadamente os órgãos de investigação e de segurança pública, para que possam actuar com inteligência e prontidão, antes que os males contra a ordem e a soberania nacional aconteçam.

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