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Especialista antevê implicações político-eleitorais na crise interna que vive Partido Humanista

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O cientista político Eurico Gonçalves disse que o PHA, enquanto vive esta crise interna, desde a liderança presidencial até as bases precisa de tornar evidente o reforço da coesão partidária, como uma solução baseada no consenso político e democrático.

Eurico Gonçalves antevê implicações para a credibilidade, reputação e a marca política do Partido Humanista de Angola, numa altura em que se aproxima o pleito eleitoral de 2027.

A Comissão Política Nacional do Partido Humanista de Angola (PHA), convocou uma reunião extraordinária para este sábado, 16, com o objectivo de analisar e deliberar sobre o processo disciplinar instaurado contra a presidente do partido, Florbela Catarina Malaquias.

De acordo com uma nota de imprensa chegada à nossa redacção, a convocação decorre nos termos do disposto no artigo 39º dos estatutos do partido, conjugado com os artigos 37 3 40 da mesma norma interna dos humanistas.

Para o especialista, este consenso deve ser encontrado por uma mediação que possa representar uma forma consensual de resolução de controvérsias.

A situação de crise interna no seio do PHA, intensificou-se depois da presidente Florbela Malaquias, suspensa com base no Acórdão 1001/2005 do Tribunal Constitucional, ter convocado para o dia 30 do corrente mês, a 1ª Convenção Nacional Ordinária do partido.

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