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EPAL diz estar no encalço dos responsáveis pelo garimpo de água em Luanda

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A prática de garimpo de água em várias zonas da província de Luanda está a deixar diversas famílias da capital angolana agastada com a situação.

Os moradores denunciam a exploração desordenada do precioso líquido, que tem provocado escassez e conflitos nas comunidades, e apelam a uma maior fiscalização por parte da EPAL e da Polícia Nacional.

O porta-voz da Empresa Pública de Águas de Luanda-EPAL, Vladimir Bernardo, disse à imprensa, que a instituição responsável pelo abastecimento de água potável na capital do país desactivou quatro ligações clandestinas em residências localizadas no município do Talatona.

O responsável assegurou que haverá um reforço significativo nas medidas de fiscalização, destacando que o objectivo principal é desencorajar os cidadãos que insistem na prática dessas acções irregulares.

Vladimir assegurou, por outro lado, que as autoridades continuarão a intensificar o controlo no terreno, de modo a garantir o cumprimento da lei e a preservação da ordem pública.

Jornalista multimédia com quase 15 anos de carreira, como repórter, locutor e editor, tratando matérias de índole socioeconómico, cultural e político é o único jornalista angolano eleito entre os 100 “Heróis da Informação” do mundo, pela organização Repórteres Sem Fronteira. Licenciado em Direito, na especialidade Jurídico-Forense, foi ainda editor-chefe e Director Geral da Rádio Despertar.

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