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Sociedade

Enfermeiras dadas como desaparecidas encontradas mortas e enterradas no Zango

Duas enfermeiras que tinham sido dadas como desaparecidas e que em vida atendiam pelos nomes de Celiza Santos, 52 anos, e Carlota Garcia, 42, foram mortas com golpes de martelo e enterradas no quintal de uma residência, no Zango 4, no bairro cajueiros município de Viana.

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O crime foi supostamente protagonizado por um indivíduo de 35 anos, que já se encontra detido pelos Serviços de Investigação Criminal de Luanda que nesta sexta-feira deslocou-se ao local com especialistas para desenterrar os corpos que a mais de dois meses tinham sido enterrados.

O móbil do crime tem a ver com o facto de a mulher do suposto homicida, identificada por Irene, ter solicitado os préstimos das duas enfermeiras para efectuar um trabalho de aborto, numa altura em que tinha já quatro meses de gestação, alegadamente “porque não queria ter o bebé” e para piorar, “sem o consentimento do marido”.

Frustrado com a situação, depois do suposto homicida ter descoberto que a sua esposa terá feito aborto sem o seu consentimento, procurou saber da mesma quem o terá feito aquele serviço, tendo apontado as duas enfermeiras acima mencionadas e que por sinal eram funcionárias dos hospitais públicos de Luanda, como sendo as protagonistas do aborto.

Foi assim que o homicida, convidou-as no sentido de deslocarem-se até à sua residência no sentido de obter esclarecimentos do suposto aborto realizado por estas.

As duas enfermeiras depois de terem chegado até a residência onde o casal vivia, foram agredidas de forma brutal, utilizando para o efeito instrumentos contundentes, como martelo, desferindo golpes que provocaram morte imediata as duas cidadãs.

Para desfazer-se dos cadáveres, o homicida amarrou-as com uma corda, escavou um buraco no seu quintal onde acabou por os sepultar.

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