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Economia

Encerramento da Cidade da China provocou prejuízo de um bilhão de kwanzas

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O encerramento pelas autoridades angolanas do centro comercial Cidade da China, devido dois casos suspeitos de Covid-19, detectados no dia 17 de Julho, provocou um prejuízo avaliado em cerca de um bilhão de kwanzas. A informacão foi avançada, ontem, pelo presidente do referido complexo comercial, Jack Wang.

Localizado na Via Expressa, com mais de 300 lojas grossistas e retalhistas de diferentes áreas de negócio, do vestuário aos materiais de construção, além de habitação e um hotel, o complexo comercial, que ocupa uma área de 350 mil metros quadrados, foi reaberto, isto, depois de vários dias encerrado, em consequência de dois cidadãos chineses, vendedores,  que terão testado positivo a Covid-19.

Em conferência de imprensa desta segunda-feira, 03, realizada pela direcção do referido centro comercial, Jack Wang fez saber que, com a suspensão da operação das lojas,  só de prejuízos, foram mais de um bilhão de kwanzas, acrescentando que a cerca sanitária provocou um impacto grave aos negócios e sobrevivência dos lojistas, assim como no emprego de vários cidadãos angolanos.

Segundo Jack Wang, presidente do Conselho de Administração, o centro comercial Cidade da China criou um fundo especial contra a pandemia, patrocinando o Governo angolano nos trabalhos de prevenção e combate a Covid-19, na base das necessidades e capacidades próprias, que já, sucessivamente ajudou, no âmbito por sete vezes, incluindo a administração de Viana e a província do Cuanza Norte.

Jack Wang sublinhou que, agora reaberta, a Cidade da China vai reforçar os trabalhos de prevenção, exigindo implementação de várias medidas contra a pandemia para todos os lojistas, informando ainda, que assim como os lojistas,  todos os clientes da Cidade da China serão obrigados a respeitar os regulamentos das medidas preventivas.

Cidade da China com testes reactivos à Covid-19