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Sociedade

Encarregados de educação preocupados com proibição imposta à UAN

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Associação dos Pais e Encarregados de Educação promete escrever para o Ministério da Educação e Ensino Superior para pedir explicações sobre a proibição de ingresso de novos alunos no curso de medicina da Universidade Agostinho Neto.

Manuel Domingos da Silva entende que muitas famílias não têm capacidade financeira para matricular os filhos nas universidades privadas para fazer medicina.

O líder associativo afirma que “todos devem ter direito a educação como prevê a Constituição da República de Angola”.

Manuel Domingos lamenta o facto de a sua associação não ter sido contactada antes da tomada da decisão que suspende ingresso de novos alunos no curso de medicina da UAN.

Também a Associação dos Estudantes do Ensino Superior mostrou-se preocupada com o número de estudantes que não poderão frequentar o curso de medicina nos próximos dois anos.

Por sua vez, Jseus Tomé, director do INAAREES, disse que a suspensão por dois anos dos cursos de medicina na referida universidade pública vai servir para melhorar a qualidade dos cursos ministrados pela instituição.

E o porta-voz da Universidade Agostinho Neto, Vicente Lopes, disse que a instituição já começou a trabalhar para ajustar as irregularidades detectadas pelo Instituto Nacional de Avaliação, Acreditação e Reconhecimento de Estudos do Ensino Superior (INAAREES)

Recordar que a Faculdade de Medicina da Universidade Agostinho Neto está proibida de matricular novos estudantes no próximo ano lectivo no curso de medicina por, segundo o INAAREES, apresentar inúmeras debilidades que têm de ser resolvidas.

UAN proibida de matricular novos alunos nos cursos de medicina e ciências da saúde