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Economia

Empresas estrangeiras com melhor prestações financeiras do PROPIV

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Dos 103 activos até aqui alienados, desde o início do Programa de Privatização de Activos e Participação do Estado, em 2019, as empresas estrangeiras são as que melhor cumpriram com o cumprimento da prestação financeira.

Foram mais de 300 mil milhões de kwanzas que o Estado angolano arrecadou das empresas estrangeiras que ganharam, quer por concurso público como por alienação, a corrida pela aquisição dos activos.

Entretanto, em termos de números, 71% das empresas que adquiriram esses activos são de direito angolano.

De acordo com o cronograma do IGAPE, no primeiro ano do processo, em 2019, foram privatizados nove activos, em 2020, foram 22 activos e participações. Já em 2021 foi o ano com maior número de activos alienados, 33, ao passo que em 2022, o Estado angolano afirmou 28 activos. No ano passado, foram 11 empresas privatizadas.

O cronograma de privatizações prevê para o triênio 2023/2026, a alienação de mais 31 activos, tal como referiu o o chefe de departamento de privatizações do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), João Sionguele, quando falava nesta quarta-feira em Luanda, no seminário dirigido a jornalistas económicos.

O chefe de departamento de privatizações do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), João Sionguele, disse que ainda este mês de Fevereiro será aberto o concurso para a privatização de 31 dos 63 activos disponíveis no quadro do programa de privatizações, com destaque para as empresas da ENSA, TV Cabo e 39 unidades hoteleiras da rede IU, IKA e BINA, distribuídos por 15 das 18 províncias do país.

Os 11 activos privatizados em 2023, segundo João Sionguele, gerou um valor de cerca de 49 mil milhões de kwanzas. Em termos globais, desde o inicio do PROPIV em 2019, o programa já recebeu cerca de 600 mil milhões de kwanzas.

Por sua vez, presidente de direcção da Associação dos Jornalistas Económicos (AJECO), João José Joaquim, que promoveu o seminário, considerou valiosa a abordagem do tema sobre o abordagem do processo de privatizações, pelo facto de recorrentemente os jornalistas se depararem com dificuldades na interpretação dos números fornecidos pelo IGAPE, no quadro do PROPIV.

João Joaquim aproveitou a oportunidade para apelar os jornalistas para aposta no jornalismo investigativo.

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